Desentendimentos e brigas não são acontecimentos raros no show business! Já vimos tretas entre o Iron Maiden e Sharon Osbourne; entre os irmãos Noel e Liam Gallagher, do Oasis; entre os caras do Sepultura; entre o líder do Megadeth, Dave Mustaine, e o Metallica. E a lista pode continuar a perder de vista, pois o que não faltam são brigas no rock e metal.
Durante entrevista ao apresentador Manoel Santos, do Ibagenscast, o empresário Paulo Baron lembrou a briga que teve com Dave Mustaine, quando o Angra foi a banda de abertura do Megadeth na cidade de Brasília em 2016.
“Todas as bandas são feitas de seres humanos, que têm os seus podres e suas antipatias. Mas, o que me incomoda é quando um artista é grosseiro. Isso me causa um atrito e me deixa estressado! E eu não gosto quando um artista estrangeiro vem denegrir a nossa cultura latino-americana”.
Paulo continuou: “E isso me aconteceu com o Megadeth, que é uma banda que eu sempre gostei e já produzi uns dez shows. Só que no show em que o Angra teve que tocar com o Megadeth em Brasília, eu percebi que ele era um mau-caráter, e não aceito pessoas mau-caráter.
Quando eu vi tudo o que ele tramou por trás da situação, eu discuti com ele. Nós quase saíamos em vias de fato. Ele fez sacanagem com o Angra. Ele mandou cortar a luz e o LED. Eu vi com os meus olhos ele mandando fazer isso e baixar o som”.
“Quando assinei o contrato com o promotor, eu perguntei se o Mustaine queria mesmo o nosso show, pois a gente não queria tocar sem o LED e nossa estrutura. Nós não precisávamos disso. Acreditamos que seria um evento legal, mas isso não aconteceu.
Foi uma sacanagem! Mas depois de um tempo, consegui voltar a ouvir Megadeth. Consegui separar a banda do artista mala”, finalizou Baron.
Confira a fala completa de Paulo Baron aqui: